Homem
Bahia
Entre 20 e 30 anos
Apaixonado por livros de max luccado. Eles são um aliado na fé.
Mulher
São Paulo
Entre 30 e 40 anos
Adoro ler e escrever sobre os ensinamentos biblícos, e ouvir música gospel, como Aline Barros, Eyshila e Nani Azevedo.
O que você diria se um homossexual entregasse a "teu" filho de oito anos um “manual” para convencê-lo de que suas condutas [homossexuais] são inteiramente normais? Que diria você se esse “manual” lhe inculcara que as condutas homossexuais não são aceitas por culpa da Igreja e da moral cristã que você tem ensinado?
Que diria você, se soubesse que esse “manual” vem acompanhado de um cursos, que inclui algumas “tarefas” como fazer um convite para um homossexual vir a sala de aula para que explique suas próprias experiências, ou pior ainda, efetuar visitas a organizações de homossexuais, onde se lhe explicará com todos os detalhes como se deve “assumir” a homossexualidade?
E, que diria você se o Ministério da Educação (do Chile) outorgasse um respaldo oficial a este “manual” dando-lhe boas vindas, como acaba de fazê-lo a chefe do Departamento de Educação Extracurricular do Ministério de Educação, Magdalena Garretón: “São muito bem-vindos os materiais para ensinar sobre este tema” (publicado no Jornal El Mercúrio em 28 de abril de 2009) ainda que o MEC – Chileno não o respalde?
Tal situação não é uma mera possibilidade. Ao contrário, é muito provável que seu filho deva estudar o manual “Educando na diversidade, orientação sexual e identidade de gênero” editado pelo “Movimiento de liberación homossexual [do Chile] e financiado pelo governo socialista de Extremadura (Comunidade Autônoma da Espanha, cuja Capital é Mérida) e pelo “Movimiento homosexual Triángulo”, também da Espanha.
Esse “manual” se destina, em uma primeira edição, a 250 colégios da Região Metropolitana de Santiago para crianças desde a 7ª séria do ensino fundamental até o 4º ano do ensino médio, além de oferecê-lo gratuitamente em página da WEB.
Seu objetivo é acostumar aos meninos, e entre eles pode estar “teu” filho, com as condutas homossexuais, acabar com qualquer objeção de consciência a essas condutas e, por último, a quem já tenha sido pervertido por suas diretrizes, a “sair do armário” publicamente. Ou seja, uma apologia da homossexualidade.
Mas este "manual" não fica apenas na teoria. Explica também a meninos e meninas que em seu "processo de auto-conhecimento" se deve destruir a "homo-transfobia-interiorizada", acabar com o recato e a vergonha sobre sua orientação sexual ou identidade de gênero.
Em poucas palavras, isto significa que os ativistas homossexuais trataram de convencer a muitos meninos, que se encontram em uma fase de amadurecimento incipiente, de que são homossexuais sem sabê-lo, e que mais adiante se devem comportar como tais.
Posteriormente lhes mostra, nesse processo de "auto-conhecimento", que poderão ter experiências "de intimidade com pares homossexuais ou transexuais e, finalmente, lhes recomenda, a "saída do armário", ou seja, que proclamem sem vergonha sua condição homossexual.
Segundo o "manual", a principal culpada da discriminação aos homossexuais é a influência do cristianismo. Uma das religiões que consideram a homossexualidade com um pecado que atenta contra a moral e os bons costumes.
O "manual" explica aos meninos que "o pecado é um conceito religioso que somente se baseia na Bíblia, em texto "não conclusivo".
A consequência é que "teu" filho, na medida que se deixe induzir por ativistas homossexuais, se convencerá da "normalidade" de tais condutas, e terminará inevitavelmente rechaçando qualquer influência moral da religião, por crer que esta é a causadora de todas as discriminações.
Toda esta incitação à imoralidade e instigação à apostasia da moral cristã está sendo financiada pela Junta de Extremadura do PSOE (partido político da Espanha) e pela fundação espanhola "Triángulo" de lésbicas e homossexuais para impor sobre o Chile o que hoje já é lei na Espanha: as uniões civis homossexuais e a adção de crianças por parte desses "casais".
Mas o objetivo do Movimento de honossexuais (Movilh) é que o Ministério da Educação - 0 do Chile - incorpore o manual para lhe dar uma distribuição nacional. Segundo eles, o Movilh com esta publicação está "fazendo as vezes" do MEC-Chileno.
Afirma o "Movilh" que há jovens que estão solicitando sua publicação em todas as nas províncias chilenas (de Arica a Punta Arenas) sem embargo, uma política educação sexual para estudantes via Ministério da Educação ( CNN Chile, 18 de abril, 2009)
Isto é uma clara pressão para que o Governo do Chile "encampe" este manual como um texto educativo para todo o país. Tal eventualidade é bem provável, uma vez que o grande financiador das atividades do "Movilh" é precisamente o governo do Chile.
Ademais, o próprio Ministério de Educação do Chile há deu as "boas-vindas" a este péssimo manual e no passado recomendou um livro de conteúdo muito semelhange que aconselhava aos meninos: "Faça contato com alguma pessoa homossexual que você conheça". Se puder, convide-a para conversar em seu curso no colégio" (Cambiando de Piel" - edição "La morada" 1997)
Pense um pouco em "teu" filho, ou em "tua" netinha. Pense na pressão do ambiente desse curso, nas burlas e sanções, se se obstina em considerar que as condutas homossexuais são "intrisicamente desordenadas" ou simplesmente, um pecado, como sempre tem ensinado a Igreja cristã.
Resistirá?
Este "manual" é uma clara incitação à apostasia da moral cristã e da fé, e um curso de perversão sexual para as crianças; para seu filho e para sua filha e faz parte de uma campanha para descristianizar o Chile desde suas próprias raízes.
E não pense que se você os matricular em um colégio cristão estarão a salvo desta influência. O "manual" foi redigido graças a uma "experiência piloto" realizada em vários colégios, entre os quais, o "Alma Matar" e o "Monsenhor Enrique Alvear", que dizem ter uma orientação católica.
É necessário e urgente exercer uma presão sobre o Ministério da Educação para impedir que aqueles que pretendem dar um respaldo oficial a este "manual" tenham êxito. Se a Ministra da Educação não vir, de parte dos pais de família uma forte reação conrtra esta campanha de pervertimento de nostros filhos, poderá por ceder diante das pressões do movimento dos homossexuais.
As declarações de boas-vindas da chefe do departamento de Educação Estracurricular do Ministério da Educação Chileno, Magdalena Garretón, a este material, são um claro indício de que se pretende aprovar oficialmente esta publicação.
Por esta razão, é urgente que você faça chegar agora mesmo seu protesto a Senhora Ministra e re-envie este email a todos seus conhecidos.Envie agora mesmo seu protesto. Emails e cartas o mais que puder. Que o Chile se informe da verdadeira realidade.
Email recebido do Pastor Hector Muñoz por João Cruzué,
"A partir de 18 julho Max Lucado, o maior escritor de livros de inspiração do mundo, virá ao Brasil. Durante 10 dias, Lucado passará por São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Vitória e Rio de Janeiro com a turnê Sem medo de viver, que é também título do livro que o autor lançará em primeira mão no evento.
Relembrando seu português, Lucado falará para aproximadamente 30 mil pessoas em megaevento no Rio de Janeiro, na Praça da Apoteose, que terá entrada gratuita e contará com a participação de cantores cristãos para animar ainda mais esse encontro de fé. Venha ouvir pessoalmente a mensagem emocionante de Max Lucado e sinta que viver sem medo só depende de esperança e coragem." (Fonte: semmedodeviver.com.br)
Diga a Deus exatamente como você se sente. Derrame seu coração perante ele. Descarregue todos os seus sentimentos. Jó fez isso quando disse: Por isso, não posso ficar calado. Estou aflito, tenho de falar, preciso me queixar, pois o meu coração está cheio de amargura.12 Quando Deus lhe pareceu distante, ele clamou: Como tenho saudade dos dias do meu vigor, quando a amizade de Deus abençoava a minha casa.13 Deus pode lidar com suas incertezas, sua raiva, seu sofrimento, sua confusão e suas indagações.
Você sabia que admitir seu desespero para Deus pode ser uma declaração de fé? Confiando em Deus e sentindo desespero ao mesmo tempo, Davi escreveu: Cri, por isso falei: Estou completamente arruinado.14 Isto parece uma contradição: confiar em Deus, mas se sentir destruído! A franqueza de Davi na verdade revela uma profunda fé. Primeiro, ele acreditava em Deus. Segundo, ele acreditava que Deus ouviria sua oração. E, terceiro, ele acreditava que Deus o deixaria dizer como se sentia, e ainda assim o amaria.
Concentre-se em quem Deus é — sua natureza imutável. Independentemente das circunstâncias e de como você se sente, apegue-se ao caráter imutável de Deus. Lembre-se daquilo que é eternamente verdadeiro a respeito de Deus: ele é bom, ele me ama, está comigo, sabe por que coisas estou passando, ele se importa e tem um bom plano para minha vida. V. Raymond Edman disse: “Nunca duvide na escuridão do que Deus lhe disse na luz”.
Quando a vida de Jó se desfez e Deus permaneceu em silêncio, Jó ainda achou os seguintes motivos para louvar a Deus:
•ele é bom e amoroso;15
•ele é todo-poderoso;16
•ele repara em cada detalhe da minha vida;17
•ele está no controle;18
•ele tem um plano para minha vida;19
•ele vai me salvar.20
Confie que Deus cumprirá as promessas. Em tempos de seca espiritual, você deve confiar pacientemente nas promessas de Deus, e não nas emoções. Deve perceber que ele o está levando a um nível mais profundo de maturidade. Uma amizade baseada em emoções é na verdade frívola.
Então, não fique preocupado com os problemas. As circunstâncias não podem mudar o caráter de Deus. A graça de Deus ainda está a plena força; ele ainda é a seu favor, mesmo que você não possa senti-lo. Na ausência de circunstâncias confirmativas, Jó se apegou à Palavra de Deus. Ele disse: Não me afastei dos mandamentos dos seus lábios; dei mais valor às palavras de sua boca do que ao meu pão de cada dia.21
Essa confiança na palavra de Deus fez que Jó permanecesse fiel, ainda que nada fizesse sentido. Sua fé foi forte em meio à dor: Embora ele me mate, ainda assim esperarei nele22
Quando você se sente abandonado por Deus e mesmo assim mantém sua confiança nele, a despeito de seus sentimentos, você o está adorando da forma mais profunda.
Lembre-se do que Deus já fez por você. Se Deus nunca tivesse feito nada mais por você, ele ainda mereceria seu louvor ininterrupto pelo resto de sua vida, por causa do que Jesus fez por você na cruz. O Filho de Deus morreu por você! Este é o maior de todos os motivos para adorar.
Infelizmente, esquecemos os detalhes cruéis do torturante sacrifício que Deus fez a nosso favor. A familiaridade traz a complacência. Mesmo antes de sua crucificação, o Filho de Deus foi desnudado, espancado até ficar quase irreconhecível, açoitado, ridicularizado e escarnecido, coroado com espinhos e cuspido de forma humilhante. Ultrajado e ridicularizado por homens desalmados, ele foi tratado pior do que um animal.
Então, quase inconsciente pela perda de sangue, ele foi forçado a arrastar uma cruz colina acima, foi pregado nela e deixado para morrer com a lenta e excruciante tortura da morte por crucificação. Enquanto seu sangue escorria, escarnecedores ficavam ao seu redor e gritavam insultos, desafiando sua afirmação de que era Deus.
Em seguida, como Jesus assumiu em si mesmo a culpa pelos pecados de toda a humanidade, Deus desviou os olhos daquela horrível visão, e Jesus gritou em total desespero: “Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste?”. Jesus poderia ter se salvado — mas então não poderia salvar você.
Palavras não podem descrever as trevas daquele momento. Por que Deus permitiu e suportou tão medonho e perverso ato de crueldade? Por quê? Para que você pudesse ser poupado da eternidade no inferno e para que você pudesse partilhar de sua glória para sempre! A Bíblia diz: Em Cristo não havia pecado. Mas Deus colocou sobre Cristo a culpa dos nossos pecados para que nós, em união com ele, vivamos de acordo com a vontade de Deus.23
Jesus desistiu de todas as coisas para que você pudesse ter todas as coisas. Ele morreu para que você pudesse viver para sempre. Somente isso já vale seu agradecimento e louvor contínuo. Você nunca mais deveria se perguntar por que motivo deveria ser grato.
Décimo Quarto Dia
Pensando sobre meu propósito
Um tema para reflexão: Deus é real, a despeito de como você se sente.
Um versículo para memorizar: Deus mesmo disse: Nunca os deixarei e jamais os abandonarei (Hebreus
13.5; ntlh).
Uma pergunta para meditar: Como me concentrar na presença de Deus, especialmente quando ele parece distante?
Ele se escondeu do seu povo, mas eu confio nele e nele ponho a minha esperança.
Isaías 8.17; ntlh
Deus é real, a despeito de como você se sinta.
É fácil adorar a Deus quando as coisas vão bem — quando ele provê comida, amigos, família, saúde e situações felizes. Mas as circunstâncias não são sempre agradáveis. E como então você irá adorar a Deus? O que você faz quando Deus parece estar a milhões de quilômetros?
A mais profunda adoração é louvar a Deus a despeito da dor, dar graças durante a provação, manter a confiança nele em meio à tentação, render-se a ele durante um sofrimento e amá-lo quando ele parece distante.
Amizades são freqüentemente testadas por separação e silêncio; ou você é separado por uma distância física, ou está impossibilitado de conversar. Na sua amizade com Deus, não será sempre que você se sentirá próximo dele. Philip Yancey observou sabiamente: “Todo relacionamento passa por períodos de proximidade e distanciamento, e, no relacionamento com Deus, por mais íntimo que seja, o pêndulo vai oscilar de um lado para o outro”.1 É aí que a adoração fica difícil.
Para amadurecer a amizade, Deus irá testá-la com períodos de aparente separação — épocas em que se tem o sentimento de que Deus nos abandonou ou esqueceu. Tem-se a impressão de que Deus está a quilômetros de distância. João da Cruz se referiu a esses dias de seca espiritual, dúvida e distanciamento de Deus como “a noite escura da alma”. Henri Nouwen chamou-os de “o ministério da ausência”. A. W. Tozer chamou-os de “o ministério da noite”. Outros o mencionam como “o inverno do coração”.
Com exceção de Jesus, Davi foi provavelmente quem teve uma amizade mais íntima com Deus do que qualquer outra pessoa. Deus teve prazer em chamá-lo um homem segundo o meu coração.2Apesar disso, Davi freqüentemente reclamava da aparente ausência de Deus: Por que, Senhor, tu permaneces afastado na hora do sofrimento? Por que te escondes de mim?;3Por que me abandonaste? Por que estás tão longe de salvar-me, tão longe dos meus gritos de angústia?;4Por que me rejeitaste?5 É óbvio que Deus não abandonou realmente Davi, assim como não abandona você. Ele prometeu várias vezes: Eu jamais o abandonarei ou rejeitarei.6Mas Deus não prometeu: “Você sempre sentirá a minha presença”. Aliás, Deus reconhece que algumas vezes esconde a sua face de nós.7 Existem momentos em que ele parece ter desaparecido de nossa vida sem deixar pistas.
Floyd McClung descreve o que acontece: “Certo dia você acorda e percebe que todas as suas sensações de comunhão espiritual se foram. Você ora, mas nada acontece. Você repreende o Diabo, mas isso não muda nada. Você faz exercícios espirituais [...] seus amigos oram por você [...] você confessa cada pecado que consegue imaginar, e então sai por aí pedindo perdão a todos que conhece. Você jejua [...] e nada ainda. Você começa a se perguntar quanto tempo essa depressão espiritual irá durar. Dias? Semanas? Meses? Será que ela vai acabar? [...] você tem a impressão de que suas orações simplesmente batem no teto e voltam. Em absoluto desespero, você grita: “Qual é o meu problema?”.8
A verdade é que não há nada de errado com você! Trata-se de uma parte normal da provação e amadurecimento de sua amizade com Deus. Todo cristão passa por isso ao menos uma vez, e normalmente várias vezes. É doloroso e perturbador, mas absolutamente vital para o desenvolvimento da sua fé. Ter conhecimento disso deu esperança a Jó quando não podia sentir a presença de Deus em sua vida. Ele falou: Se vou para o Oriente, lá ele não está; se vou para o Ocidente, não o encontro. Quando ele está em ação no Norte, não o enxergo; quando vai para o Sul, nem sombra dele eu vejo! Mas ele conhece o caminho por onde ando; se me puser à prova, aparecerei como o ouro.9
Quando Deus parece distante, você pode pensar que ele está zangado ou o está punindo por algum pecado. E na verdade o pecado realmente o desliga de uma amizade íntima com Deus. Nós entristecemos o Espírito de Deus e sufocamos nossa amizade com ele ao desobedecer, entrar em conflito com outras pessoas, nos ocupar ou ter amizade com o mundo, além de outros pecados.10
Mas freqüentemente esse sentimento de abandono e afastamento de Deus não tem nenhuma relação com o pecado. É um teste de fé que todos devemos enfrentar. Será que você continuará a amar, confiar, obedecer e adorar a Deus, mesmo quando não sente a sua presença nem há evidência visível da ação divina em sua vida?
Nos dias de hoje, o erro mais comum que os cristãos cometem ao adorar é buscar uma experiência em vez de buscar a Deus. Eles buscam sensações e, se elas ocorrerem, concluem que foram bem-sucedidos em adorar. Errado! Na realidade, Deus em geral afasta as nossas sensações para não dependermos delas. Buscar uma sensação — mesmo uma sensação de proximidade com Cristo — não é adoração.
Quando você é um cristão novo, Deus lhe dá muitas emoções comprobatórias e freqüentemente responde às orações mais imaturas e egoístas, tudo para que você saiba que ele existe. Mas, à medida que você crescer na fé, ele irá emancipá-lo dessa dependência.
A onipresença de Deus e a manifestação de sua presença são coisas diferentes. Uma é um fato; a outra é freqüentemente uma sensação. Deus está sempre presente, mesmo que você não perceba sua presença, e sua presença é muito profunda para ser medida por uma mera emoção.
Sim, ele quer que você sinta a sua presença, porém ele está mais interessado que você confie, e não tanto que o sinta. Fé, e não sentimentos, agrada a Deus.
As situações que mais põem à prova a sua fé são aquelas em que a vida desanda e Deus não pode ser achado. Isso aconteceu com Jó. Em um único dia, ele perdeu tudo — sua família, seus negócios, sua saúde e tudo o que possuía. E, o que é pior, ao longo de 37 capítulos, Deus não disse nada!
Como louvar a Deus quando você não compreende o que está acontecendo na sua vida e Deus está em silêncio? Como permanecer em comunhão em meio a uma crise e sem nenhum contato? Como manter os olhos em Jesus quando eles estão cheios de lágrimas?
Você faz o que fez Jó: Então prostrou-se, rosto em terra, em adoração, e disse: Saí nu do ventre da minha mãe, e nu partirei. O Senhor o deu, o Senhor o levou; louvado seja o nome do Senhor.11
HOJE RESOLVI RELATAR UM TESTEMUNHO DE MINHA VIDA, A RESPEITO DA DEPRESSÃO.
SEI QUE MUITOS CONVIVEM COM ESSE PROBLEMA E POR ISSO NADA MAIS JUSTO DO QUE
DIVIDIR COM ESSES O MEU DRAMA EM MEIO A ESSE MAL, E COMO É POSSÍVEL VENCÊ-LO AINDA QUE ELE
PAREÇA MAIS FORTE DO QUE NÓS.
SEMPRE FUI UMA PESSOA SORRIDENTE, O MOTIVO DE ALEGRIA A TODOS QUE ME CONHECIAM. PORÉM UM DIA ESSE SORRISO
DESAPARECEU E EM SEU LUGAR SURGIU UM SEMBLANTE TRISTE, TALVEZ PELA MORTE REPENTINA DE UM ENTE QUERIDO, A REPROVAÇÃO NOS ESTUDOS, O FIM DE UM RELACIONAMENTO QUE PENSAVA SER ETERNO,UM DESEMPREGO INESPERADO, OU QUEM SABE UMA INSATISFAÇÃO COM A PRÓPRIA VIDA, MAS LÁ ESTAVA EU TRANCADA EM UM QUARTO ESCURO QUERENDO FUGIR DE TUDO E DE TODOS E PEDINDO A DEUS PARA MORRER.
MEUS FAMILIARES, AMIGOS TENTAVAM ME AJUDAR COM PALAVRAS, ATOS DE CARINHO, PASSEIOS E VIAGENS INCRÍVEIS , MAS A DOR NÃO ME DEIXAVA...PARA ONDE QUER QUE FOSSE, A TERRÍVEL SENSAÇÃO DE TRISTEZA ESTAVA COMIGO...
UM DIA ME ACONSELHARAM A PROCURAR UM MÉDICO QUE ME AJUDASSE A VENCER A DEPRESSÃO, PORÉM NÃO O FIZ, EU ESTAVA SOFRENDO DEMAIS PARA IR ATÉ ALGUÉM QUE SUPOSTAMENTE SERIA A MINHA SALVAÇÃO. ERA MAIS FÁCIL ME PRENDER AQUELA CAMA , ESPERANDO QUE DEUS OUVISSE MEU CLAMOR E ME BRINDASSE COM A MORTE...PORÉM, DEUS FEZ MAIS POR MIM, EU PEDI A MORTE E ELE ME DEVOLVEU A VIDA.
FOI NUMA PALAVRA QUE DEUS ME TROUXE O BÁLSAMO DA VIDA... EU CLAMAVA PELA MORTE, QUANDO ELE ME DISSE: FILHA, NÃO TEMAS, APENAS LEIA O EVANGELHO DE JÓ.
QUANDO ME DEPARAREI COM A HISTÓRIA DE JÓ, SENTI UM ARREPIO TREMENDO INVADIR A MINHA ALMA... VI NA VIDA DE JÓ, A MINHA VIDA.
ENTÃO PENSEI, SE JÓ VENCEU A TEMPESTADE, EU TAMBÉM SEREI CAPAZ DE VENCE-LA.
NESSE DIA FUI COM MINHA TIA A UM CULTO EVANGÉLICO, E FOI NESSE MESMO DIA QUE ACEITEI JESUS COMO O SENHOR DA MINHA VIDA.
NO DIA SEGUINTE ENCONTREI FORÇAS PARA PROCURAR UM ESPECIALISTA, E INICIAR UM TRATAMENTO PARA DEPRESSÃO...
HOJE ESTOU LIBERTA DESSE MAL, E POSSO DIZER QUE SOU UMA PESSOA REALIZADA E FELIZ.
OS REMÉDIOS ME AJUDARAM A REENCONTRAR O MEU EQUILIBRIO EMOCIONAL, MAS FOI EM JESUS QUE ENCONTREI A CURA DEFINITIVA.
DEPOIS DE ALGUM TEMPO OS REMÉDIOS JÁ NÃO SURTEM MAIS EFEITO ALGUM PARA O NOSSO ORGANISMO. É O MOMENTO DE APRENDER A CONVIVER COM A DEPRESSÃO POR SI MESMO. FOI NESSE INSTANTE QUE JESUS SEGUROU EM MINHAS MÃOS E ME DISSE PARA SEGUIR A DIANTE, POIS ELE JAMAIS ME DEIXARIA SOZINHA....E DE FATO NUNCA ME ABANDONOU.
ATUALMENTE PROBLEMA ALGUM ME LEVA A AQUELE ESTADO DE MISÉRIA EMOCIONAL E ESPIRITUAL EM QUE ME ENCOTREI NAQUELES DIAS DE TOTAL ESCURIDÃO....AGORA, QUANDO UM PROBLEMA BATE A MINHA PORTA, EU OLHO PARA O CÉU E ME LEMBRO QUE MAIOR DO QUE TODO MAL QUE PAIRA SOBRE MINHA VIDA, É AQUELE QUE LÁ DO ALTO ME OLHA E ME PROTEJE. SEGURA NESSE AMOR, EU ME LEVANTO E CONTINUO A CAMINHAR SEMPRE SORRINDO.
QUANTO AOS PROBLEMAS QUE ME LEVARAM A DEPRESSÃO, EM NOME DE JESUS JÁ ESTÃO SANADOS. COMPREENDI QUE A MORTE É SÓ O ÍNICIO DA CAMINHADA ATÉ A MISERICÓRDIA DE DEUS...AMORES? BEM OUTROS VIERAM, E SE FORAM, NÃO FORAM DESILUSÕES, MAS UMA PREPARAÇÃO PARA AQUELE QUE É O ESCOLHIDO DO PAI PARA MIM. TRABALHO? UMA PORTA SE FECHOU, MAS DEUS ABRIU TANTAS, QUE NÃO SABIA QUAL ESCOLHER. HÁ 2 ANOS ESTOU TRABALHANDO NUMA REDE PÚBLICA DE ENSINO, E JÁ NO PRIMEIRO ANO DE EXERCÍCIO, FUI CONVIDADA A ASSUMIR UM CARGO SUPERIOR AO EXERCIDO ANTERIORMENTE. E SÓ PARA COMPLETAR, RESOLVI ME DEDICAR MAIS AOS ESTUDOS, E COM MINHA FORÇA DE VONTADE, E A AJUDA DE DEUS, POSSO EXIBIR COM ORGULHO UM DIPLOMA UNIVERSITÁRIO.
A VOCÊS QUE HOJE SE SENTEM TOMADOS POR ESSA TRISTEZA , ESSE MAL QUE ASSOLA A HUMANIDADE, ESSA TAL DEPRESSÃO, NÃO PERMITAM JAMAIS ACREDITAREM NAQUELA VOZINHA QUE TEIMA EM TE DIZER QUE PARA VOCÊ NÃO TEM SOLUÇAO. A HISTÓRIA DE JÓ, E ATÉ A MINHA PRÓPRIA HISTÓRIA, É A PROVA , O TESTEMUNHO REAL, DE QUE TUDO É POSSÍVEL QUANDO SE CAMINHA COM "JESUS".
Amar ao próximo como a nós mesmos, um ensinamento de Jesus, que não é muito fácil de se aplicar. Principalmente quando precisamos amar pessoas que quebram votos conosco. Alguns não foram tão fieis nos relacionamentos, outros no dinheiro, e alguns se revelaram em questões fundamentais da vida. Nossa tendência é nos esforçarmos ao máximo para amá-los assim mesmo, mas será que é dessa forma que o Senhor quer que façamos? Será que nosso esforço não está equivocado, se antes devemos ir até o Senhor. Afinal como vamos dar algo se não o temos?
Como Paulo disse que quando estamos fracos, é que estamos fortes, pois estamos totalmente dependentes da força do Pai. Devemos aplicar isso também ao Amor. Amor esse que é responsável por salvar um casamento. Amor que preserva a amizade e a comunhão. Precisamos ter a consciência de que esse amor não pode ser encontrado em nós. Mas ele vem de Jesus, que nos amou primeiro.
Com base nisso, vamos aprender como podemos compartilhar esse amor tão grandioso e sublime que o Senhor nos presenteou.
O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes; o amor não se ufana, não se ensoberbece,
Não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba;
I Coríntios 13 é considerado um dos versos mais belos da bíblia, até quem não é cristão já ouviu em algum lugar, muitos fazem dele um ideal de amor para os relacionamentos, entretanto esse amor encontra-se em um padrão muito elevado, onde nós não podemos seguir à risca, isso mostra mais uma vez que somente Jesus alcança esse padrão, e somente dEle vem o amor que temos em nossos corações.
Depois de termos consciência de que a fonte do nosso amor é o próprio Jesus, vamos adiante.
A primeira descrição do amor, é que ele é paciente. Podemos afirmar que essa é à base de qualquer relacionamento, já imaginou se o Senhor não fosse paciente conosco? Quantas vezes cometemos o mesmo erro e ainda assim, Ele em sua infinita bondade e paciência nos acalenta. O mesmo precisamos fazer, em nossos relacionamentos, em coríntios a palavra grega que é traduzida como paciência. Algo como "levar muito tempo para ferver", no sentido de que a paciência mantém o fogo baixo...Ela não é ingênua, não ignora a má conduta, apenas espera, ouve, ferve devagar. É assim que o Senhor nos trata, e conseqüentemente devemos tratar as pessoas.
O amor também é benigno, por vezes a bondade passa despercebida em um mundo tão acostumado a lucros e capitais, mas Jesus foi o maior exemplo de bondade que o mundo já conheceu. Tendemos a ver somente seu poder, mas os que estão próximos dEle sabem que Deus se veste de bondade. Ele faz muito mais do que pedimos ou pensamos, chegando a ponto de que seu primeiro milagre foi em uma festa de casamento, produzindo vinho, tudo isso porque se preocupava com o bem estar dos anfitriões da festa.
Assim como Jesus precisamos ser bondosos, não apenas dizer "bom dia", mas ir preparar o café da manha. Se Jesus é tão bondoso conosco porque não sermos com os outros e fazemos além do que nos é pedido?
Depois que refletimos sobre a bondade, entramos num ponto chave do amor. Um amor que não arde em ciúmes. A bíblia considera o ciúme como uma chama que se não controlada por causar um incêndio de proporções inimagináveis. Ele é tão devastador que pode impedir o amor verdadeiro de florescer e firmar relacionamentos sólidos. Como é uma chama que queima, pode queimar para sempre sua confiança no cônjuge, e enfim, pode desmoronar com toda uma estrutura familiar. Vou exemplificar com a seguinte estória:
Uma garotinha de seis anos ganhou de seu pai um lindo colar de perolas, embora falsas, ela as tinha como um tesouro precioso. Um dia seu pai chegou do trabalho e ela toda feliz veio cumprimentá-lo, ao vê-la o seu pai pediu-lhe o colar de pérolas, ela retrucou dizendo que amava muito suas pérolas. O pai disse que entendia, e foram dormir. Na noite seguinte, ela se aproximou do pai e disse: Pai, eu amo você mais do que as pérolas, pode ficar com elas.
O Pai respondeu: Fico muito contente em ouvir isso, venha aqui, tenho um presente para você. E retirou da bolsa um colar de pérolas de verdade.
Você não acha que Deus também tem um presente especial para nos dar? Quando o ciúme tem sua chama extinta, recebemos o amor verdadeiro. O mesmo ocorre em nossos relacionamentos, será que nosso ciúme não tem nos impedido de amar e sermos amado com um amor sincero? Lutemos para apagar essa chama do ciúme.
Outro ponto importante é que o amor não se ufana, nem se ensoberbece. Prova disso, Jesus deu quando trocou Sua mansão celestial, por uma simples manjedoura em Belém. Se fossemos Deus, deitaríamos sobre a palha, vestiríamos fralda e mamaríamos no peito? Talvez não, mas Jesus o fez. Ele abriu mão do lugar que era dEle para que você possa ter o seu, é assim que Ele nos ama, e pelo fato de amar, você tem importância primordial para Ele. Precisamos ter sede e beber intensamente desse amor puro, para sermos capazes de colocar os demais antes de nós mesmos. Se Jesus está disposto a nos honrar, não podemos fazer o mesmo com as outras pessoas? Faça disso uma prioridade. Aceite sua parte no plano de Deus. Seja rápido em compartilhar os aplausos. E, acima de tudo, considere os outros mais importantes do que a si mesmo. O Amor age assim. Porque ele não trata com leviandade nem se ensoberbece.
O amor também não se porte inconvenientemente, ele não é rude, é Cortês! Quantas vezes agimos como donos de alguma coisa, nos tornamos rudes e esquecemos de que somos membros do reino de Cristo? Deus nos convida a questionar o que é o amor, ao invés de questionar nossos supostos direitos. Quantas vezes os maridos fingem ouvir o que a esposa está dizendo, mas isso é amar? Nosso exemplo de boas maneiras, é Jesus. Ele sempre bate antes de entrar, não porque precise, mas Ele quer bater pois Ele é cortês. À medida que recebemos o Seu amor, achamos mais fácil o passar. Ao pensarmos nessa cortesia se sentirá propenso a agir da mesma maneira. Uma curiosidade: As cinco primeiras letras da palavra cortês formam a palavra corte. Na antiga Inglaterra, ser cortês era agir de acordo com os moldes da corte. Os familiares do rei, deveriam seguir um alto padrão de comportamento. Assim somos nós, que somos chamados para representar o Rei Jesus. A cortesia honra a Deus e a seus filhos. Faça tudo o que puder para viver em paz com todos. Simplesmente dê o melhor de si. Você não pode controlar as atitudes dos outros, mas pode dominar as suas.
Outro fator importante é que o amor não procura seus próprios interesses, ele tira os olhos do Eu, e concentra-se no Salvador. O Amor constrói relacionamentos, o egoísmo os destrói. Quando colocamos o nosso Eu, primeiro, as coisas começam a desandar. Sempre achamos que nada vai bem, e tendemos a reclamar de tudo, e esquecemos de nos focar no autor da nossa fé, Jesus. Às vezes estamos tão concentrados naquilo que não temos, que esquecemos do que já temos. Já temos a Cristo e isso nos basta!
O amor também não se irrita, ou não se ira. A ira em si não é pecado, mas ela pode desencadear o pecado se a alimentarmos, e uma das maiores causas que leva a ira é a rejeição. Ela é como um solavanco na estrada, embora possamos nos irar, demos olhar para Jesus e deixar que a atenção e aceitação que Ele tem por nós venha suprir a carência afetiva que há em nós. Dessa forma uma esposa pode relevar quando um marido não lhe da a devida atenção quando este não observa que ela está toda produzida só para ele. Temos que ter em mente que não é possível controlar se as pessoas nos rejeitam ou não, mas é possível controlar nossa atitude diante da rejeição, cabe a nós a escolha de irarmos ou não. Quando isso acontecer vamos descarregar isso na cruz do Calvário. Quando todos nos rejeitarem, permitamos que Jesus nos aceite.
Diante disso podemos também afirmar que o amor também não se alegra com a injustiça, mas ele se regozija com a verdade. Devemos lembrar que por vezes Deus permite que sintamos a fragilidade do amor humano para que possamos nos deleitar em seu amor perfeito. Diante dessa situação alguns podem dizer: Acho que me casei com a pessoa errada, eu não a amava tanto quanto imaginei. Alguns decidem jogar tudo para o alto, mas antes de tomar essa decisão, te convido a pensar em outras mil decisões. E cubra cada uma dessas alternativas com a palavra de Deus, com orações, afinal o amor é um fruto do Espírito, ele não é produzido por nós. E precisamos crer que o Deus que ressuscita mortos pode ressuscitar um casamento.
Afinal o amor tudo sofre, crê e suporta. Assim como Jesus tudo suportou por nos amar, precisamos aprende com Ele, que é a fonte de todo amor, a suportar as diferenças. Claro que em determinados casos precisamos saber discernir se estamos no lugar certo. Mas precisamos ser longânimes com quem nos cerca, bondosos, pacientes, enfim uma infinidade de frutos que o Espírito Santo de Deus produz em nossa vida. O amor é um pacote completo, ele não apenas promove os bons relacionamentos, promove uma mudança radical na vida. Devemos buscar esse amor, o amor ágape, um amor que se preocupa com os outros, assim como Deus fez conosco. Que vai além dos sentimentos e dos bons votos. Precisamos desse mesmo amor que Paulo receitou aos corintios, ele passou doze capítulos tentando desfazer os nós que separavam a igreja, mas no capitulo treze, ele recorreu à fonte, ao amor supremo, ao amor ágape. E hoje precisamos fazer o mesmo, embora saibamos que um amor assim não é fácil para ninguém, podemos ver isso até em algumas citações de Jesus. Ele suportou tempo suficiente para que todos os pecados cobrissem Sua alma que jamais havia pecado, e até que o céu ficasse horrorizado e até que seus lábios prenunciassem nossa liberdade: Está consumado.
Ele esperou, sofreu e creu em todas as coisas, cada uma delas. Para que hoje possamos recorrer a esse amor supremo, que é a chave para nossa mudança de atitude. E para isso precisamos apenas convidá-lo a entrar, afinal Ele não o faz sem convite, Ele é a cortesia em pessoa!
Charles Robertson deveria ter-se voltado a si mesmo. Não que isso o tivesse absolvido; ele roubara um banco. Mas pelo menos não teria sido o bobalhão de Virgínia Beach.
Sem dinheiro, Robertson, de dezenove anos, foi ao Banco Jefferson State, numa quarta-feira à tarde, preencheu um pedido de empréstimo, e saiu. Aparentemente, mudou de idéia sobre o empréstimo e optou por um plano mais rápido. Retornou dentro de duas horas, com uma pistola, um saco, e um bilhete exigindo dinheiro. O contador obedeceu e, num instante, Robertson estava segurando o produto do assalto.
Imaginando que a polícia já estivesse velozmente a caminho, ele precipitou-se pela porta da frente. Já estava a meio caminho para o carro, quando compreendeu que deixara o bilhete.. Temendo que este pudesse ser usado como uma evidência contra ele, Robertson correu de volta ao banco, e tomou-o das mãos do contador. Então, segurando o bilhete e o dinheiro, correu um quarteirão até o carro estacionado. Foi quando percebeu que, ao retornar para pegar o bilhete, deixara as chaves no guichê.
"A esta altura", contou rindo um detetive, "instalara-se o pânico".
Robertson meteu-se apressado num restaurante tipo fast food. Removeu uma placa do teto, e escondeu ali o dinheiro e a arma calibre 25. Fugindo rapidamente pelas ruelas, e esgueirando-se por trás dos carros, finalmente chegou ao seu apartamento, onde seu colega, que nada sabia do roubo, recebeu-o com estas palavras: - Preciso do meu carro.
Veja você, o veículo de fuga de Robertson era emprestado. Em vez de confessar o crime e admitir o erro, ele enfiou a pá mais uma vez na lama, aprofundando o buraco.
- Ih, seu carro foi roubado - mentiu ele.
Enquanto Robertson olhava em pânico, o colega chamou a polícia para comunicar o roubo do veículo. Mais ou menos vinte minutos depois, um oficial descobriu o carro "roubado" a uma quadra do banco recém-assaltado. Ele já fora avisado pelo rádio que o ladrão esquecera as chaves. O oficial somou dois mais dois e experimentou as chaves no carro. Elas funcionaram.
Os detetives foram ao endereço da pessoa que anunciara o roubo do carro. Lá, encontraram Robertson. Ele confessou, foi acusado formalmente de roubo, e posto na cadeia. Sem fiança. Sem empréstimo.
Tem dias que é difícil fazer direito alguma coisa. Até mesmo uma coisa errada é difícil fazer certo. Robertson não é o único. Temos feito o mesmo. Talvez não tenhamos pegado dinheiro, mas quem sabe tenhamos levado vantagem, ou tomado poder, ou perdido o senso e, como o ladrão, tratado de nos safar. Percorrendo as vielas da fraude. Escondendo-se atrás de edifícios de trabalho a ser feito, ou deixando passar o prazo. Embora tentemos agir normalmente, qualquer um que nos olhe de perto pode ver que estamos em fuga: olhos dardejantes e mãos inquietas, paroleamos nervosamente. Comprometidos com o encobrimento da verdade, maquinamos e torcemos, mudando o assunto e a direção. Não queremos que ninguém saiba da verdade, especialmente Deus.
Porém desde o princípio, Deus tem apelado para a honestidade. Ele nunca reclamou perfeição, mas tem esperado veracidade. Já nos longínquos dias de Moisés, Deus afirmou:
"Mas se confessarem a sua iniqüidade, e a iniqüidade de seus pais, na infidelidade que cometeram contra mim; como também que andaram contrariamente para comigo, pelo que também fui contrário a eles, e os fiz entrar na terra dos seus inimigos; se o seu coração incircunciso se humilhar, e tomarem eles por bem o castigo da sua iniqüidade, então me lembrarei da minha aliança com Jacó, e também da minha aliança com Isaque, e também da minha aliança com Abraão, e da terra me lembrarei" (Lv 26. 40-42 RA).
Neemias conhecia o valor da honestidade. Ao ouvir dos muros caídos de Jerusalém, culpou Deus? Responsabilizou o céu? Improvável. Leia sua oração: "Estejam, pois, atentos os teus ouvidos, e os teus olhos, abertos, para ouvires a oração do teu servo, que eu hoje faço perante ti, de dia e de noite, pelos filhos de Israel, que pecamos contra ti; também eu e a casa de meu pai pecamos. De todo nos corrompemos contra ti e não guardamos os mandamentos, nem os estatutos, nem os juízos que ordenaste a Moisés teu servo" (Ne 1.6,7).
Aqui está o segundo homem mais poderoso do reino, olhando para dentro de si mesmo, assumindo a responsabilidade pela decadência de seu povo. Todavia, a cena de sua confissão pessoal nada é, comparada ao dia do arrependimento nacional. "E a geração de Israel se apartou de todos os estranhos, e puseram-se em pé e fizeram confissão dos seus pecados e das iniqüidades de seus pais. E, levantando-se no seu posto, leram no livro da Lei do Senhor, seu Deus, uma quarta parte do dia; e na outra quarta parte, fizeram confissão; e adoraram o Senhor, seu Deus" (Ne 9. 2,3).
Você pode imaginar o evento? Centenas de pessoas passando horas em oração, não fazendo petições, mas confissões. "Sou culpado, Deus". "Tenho falhado contigo, Pai".
Tal honestidade pública é comum na Escritura. Deus instruiu o sumo sacerdote: "E Arão porá ambas as mãos sobre a cabeça do bode vivo e sobre ele confessará todas as iniqüidades dos filhos de Israel e todas as suas transgressões, segundo todos os seus pecados; e os porás sobre a cabeça do bode... Assim aquele bode levará sobre si todas as iniqüidades deles à terra solitária. E o homem enviará o bode ao deserto" (Lv 16.21,22).
Por força desse drama, o povo aprendeu que Deus despreza o pecado e trata dele. Para que a adoração fosse honesta, os corações tinham de ser honestos.
A confissão é para a alma o que o preparo da terra é para o campo. Antes de semear, o fazendeiro trabalha a terra, removendo pedras e arrancando tocos. Ele sabe que a semente cresce melhor quando o solo é preparado. A confissão é um convite para Deus passear pelos acres de nosso coração. "Há uma pedra de ganância aqui, Pai; eu não consigo removê-la. E aquele tronco de culpa perto da cerca? Suas raízes são longas e profundas. E, posso mostrar-lhe o solo seco, encrostado demais para o plantio?" A semente de Deus cresce melhor se o solo do coração é roçado.
E então, o Pai e o Filho andam juntos pelo campo; cavando e arrancando, preparando o coração para frutificar. A confissão convida o Pai a trabalhar o solo da alma.
A confissão busca o perdão de Deus, não a anistia. Perdão presume culpa; anistia, derivada da mesma palavra grega para amnésia, "esquece" a suposta ofensa sem imputar culpa. A confissão admite erro e busca remissão; a anistia nega o erro e reivindica inocência.
Muitos proferem um pedido de perdão, quando na realidade estão pretendendo uma anistia. Conseqüentemente, nossa adoração é fria (Por que agradecer a Deus por uma graça de que não necessitamos?), e nossa fé é fraca (Lidarei com os meus erros sozinho, obrigado.) Somos melhores em manter Deus de fora do que em convidá-lo a entrar. No domingo de manhã, ocupamo-nos em preparar o corpo para adorar, preparar o cabelo para adorar, preparar as roupas para adorar... mas e o preparo da alma?
Estou enganado, quando digo que muitos de nós vamos à igreja às carreiras? Estou por fora, quando digo que muitos de nós passamos a vida na correria?
Estou exagerando o caso quando anuncio: "Graça significa que você não tem mais de correr!"? É a verdade. Graça significa estar finalmente seguros para voltar-nos à nós mesmos.
Pedro o fez. Lembra-se de Pedro? "Rutilou a espada e negou o Senhor". Pedro? O apóstolo que jactou-se num minuto e fugiu no outro? Ele tirou uma soneca quando deveria ter orado. Negou, quando deveria defender. Praguejou, quando deveria confortar. Correu, quando deveria ficar. Recordamos Pedro como alguém que virou e fugiu. Recordamo-lo porém como aquele que virou e confessou? Deveríamos.
Tenho uma pergunta a você.
Como os escritores do Novo Testamento sabiam do pecado de Pedro? Quem lhes contou de sua traição? E, mais importante, quem os fez saber dos detalhes? Quem lhes contou da criada junto ao portão, e dos soldados partilhando o fogo? Como Mateus soube que foi o sotaque de Pedro que fez dele um suspeito? Como Lucas ficou sabendo do olhar fixo de Jesus? Quem contou sobre o galo cantando e as lágrimas fluindo?
O Espírito Santo? Suponhamos que sim. Pode ser que cada escritor tenha sido instruído acerca daquele momento por inspiração divina. Ou, mais provavelmente, todos souberam da traição por uma confissão honesta. Pedro voltou-se a si mesmo. Como o assaltante do banco, ele fizera o malfeito e correra. Diferente do assaltante, ele parou e pensou. Nalgum lugar da sombreada Jerusalém, Pedro parou de correr, caiu de joelhos, enterrou a face nas mãos, e desistiu.
Porém não apenas desistiu, como tornou-se acessível. Ele voltou à sala onde Jesus partira o pão e partilhara o vinho. (Muito já se falou dos discípulos, por deixarem Pedro voltar para dentro).
Lá está ele, em toda a sua robustez, enchendo o vão da porta.
- Companheiros, tenho algo explodindo em meu peito.
E foi quando eles ficaram sabendo da fogueira, da criada e do olhar de Jesus. Foi quando eles ouviram do praguejamento e do galo cantando. Foi assim que ouviram a história. Pedro voltou-se a si mesmo. Fez uma introspecção.
Como posso ter tanta certeza? Duas razões:
1. Ele não podia permanecer de fora. Quando chegou a notícia de que o túmulo estava vazio, quem foi o primeiro a sair correndo? Pedro. Quando veio a notícia de que Jesus estava na praia, quem foi o primeiro a saltar do barco? Pedro. Ele estava na correria outra vez. Só que agora estava correndo na direção certa.
Aqui está uma boa regra prática: Aqueles que de Deus guardam segredos, guardam também distância. Aqueles que com Deus são honestos vão para perto dele.
Não há nada de novo nisto. Acontece entre pessoas. Se você me empresta seu carro, e eu o danifico, ficarei desejoso de ver você outra vez? Não. Não é por coincidência que o comportamento resultante do primeiro pecado foi meter-se sob os arbustos. Adão e Eva comeram o fruto, ouviram Deus no jardim, e esgueiraram-se para trás da folhagem.
- Onde estão vocês - perguntou Deus, não porque precisasse. Ele sabia exatamente onde eles estavam. A questão era espiritual, não geográfica. - Examinem onde vocês estão, filhos. Vocês não estão onde estavam. Vocês estavam ao meu lado; agora estão escondidos de mim.
O segredo ergue uma cerca; a confissão constrói uma ponte.
Havia dois fazendeiros, que não podiam ficar juntos. Uma larga ravina separava as duas fazendas, mas como um sinal de sua mútua aversão, cada um construiu uma cerca no seu lado do precipício, para manter o outro fora.
Não obstante, a filha de um conheceu o filho do outro, e ambos se apaixonaram. Determinados a pôr um fim na separação insensata de seus pais, eles derrubaram a cerca, e usaram a madeira para construir uma ponte sobre a ravina.
A confissão faz isto. Pecados confessados tornam-se uma ponte sobre a qual podemos caminhar de volta à presença de Deus.
E eis a segunda razão de eu estar seguro quanto à confissão de Pedro:
2. Ele não podia permanecer em silêncio. Apenas cinqüenta dias após negar a Cristo, Pedro está pregando Cristo. Pedro blasfemara de seu Senhor na páscoa. Contudo, proclamou o seu Senhor na festa. Esta não é a ação de um fugitivo. O que o levou de traidor a orador? Ele deixou Deus tratar dos segredos da sua vida. "Confessai as vossas culpas uns aos outros e orai uns pelos outros, para que sareis" (Tg 5.16).
"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (1 Jo 1.9).
O fugitivo vive em temor, porém o penitente vive em paz.
Repito, Jesus nunca exigiu que fôssemos perfeitos; apenas honestos. "Eis que amas a verdade no íntimo" escreveu Davi (Sl 51.6). Para a maioria, porém, honestidade é uma virtude obstinada. "Eu, um ladrão?" Perguntamos com um revolver numa mão, e o saco da pilhagem na outra.
Não foi fácil para Pedro. Ele considerava-se a si mesmo o MVA (mais valioso apóstolo). Ele não fora um dos primeiros destacados? Não era um dos três escolhidos? Não confessara a Cristo enquanto os outros silenciaram? Pedro jamais pensou precisar de ajuda, até levantar os olhos do fogo e encontrar o olhar de Jesus. "Falava ele ainda, quando o galo cantou. O Senhor voltou-se e olhou diretamente para Pedro" (Lc 22.60,61 NVI).
Jesus e Pedro não são os únicos na noite, mas bem poderiam ser. Jesus está rodeado de acusadores, porém não responde. Está cercado de inimigos, porém não reage. O ar da noite está cheio de insultos, porém Ele não os escuta. Mas deixa um seguidor escorregar, quando deveria estar de pé, e a cabeça do Mestre aponta de repente, e seus olhos perscrutam as sombras, e o discípulo sabe.
"O Senhor olha desde os céus e está vendo a todos os filhos dos homens; da sua morada contempla todos os moradores da terra. Ele é que forma o coração de todos eles, que contempla todas as suas obras" (Sl 33.13-15).
Você sabe quando Deus sabe. Você sabe quando Ele está olhando. Seu coração lhe diz. Sua Bíblia lhe fala. Seu espelho lhe conta. Quanto mais você corre, mais complicada fica a vida. Porém tão logo você confessa, mais leve se torna o seu fardo. Davi sabia disso. Ele escreveu:
Enquanto calei os meus pecados,
envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia.
Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim; e o meu vigor se tornou em sequidão de estio.
Confessei-te o meu pecado e a minha iniqüidade não mais ocultei;
Disse: confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniqüidade do meu pecado. (Sl 32.3-5).
Estes versículos trazem-me à memória um erro que cometi quando era aluno do segundo grau. (Minha mãe me disse para não usar minhas fraquezas juvenis como ilustrações. Mas eu tenho tantas!). Nosso treinador de beisebol tinha uma firme regra contra mascar fumo. Contudo, havia dois jogadores conhecidos por mascar às escondidas, e acabaram por atrair-nos a atenção. Em breve, todos experimentaríamos. Um teste seguro de masculinidade era apanhar um pedaço de fumo quando a tabaqueira era passada por baixo dos bancos. Eu me juntara a eles; certamente não falharia no teste de masculinidade.
Um dia, eu mal pusera um naco de fumo na boca, quando um dos jogadores avisou:
- O treinador está chegando!
Não querendo ser apanhado, fiz o que naturalmente me ocorreu: engoli. Glub.
Acrescentei um novo significado às Escrituras: "Senti a fraqueza profunda dentro de mim. Gemi o dia inteiro... Minhas forças se foram como o calor do verão". Paguei o preço por ocultar minha desobediência.
Meu corpo não foi feito para ingerir tabaco. Sua alma não foi feita para ingerir pecado.
Posso fazer uma pergunta franca? Você está mantendo algum segredo de Deus? Alguma área restrita em sua vida? Algum porão fechado com tábuas? Ou um sótão trancado? Algum trecho do seu passado ou presente que você espera nunca discutir com Deus?
Aprenda uma lição com o assaltante: quanto mais você corre, pior fica. Aprenda uma lição com Pedro: quanto antes você falar com Jesus, mais você falará de Jesus. E tome uma nota com o enojado jogador de beisebol: Você se sentirá melhor se puser tudo para fora.
Uma vez preso nas garras da graça, você está livre para ser honesto. Faça uma introspecção antes que as coisas piorem. Você achará satisfação.